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Aeroporto de Confins
Iniciado na década de 70, a construção do Aeroporto gerou grande resistência em Belo Horizonte, liderada pela Amda e IAB-MG – Instituto de Arquitetos do Brasil, por se localizar em área de importância ambiental ímpar – região cárstica de Lagoa Santa e altos custos. A única compensação ambiental prometida, o Parque do Sumidouro, com 1.200 ha, só foi efetivamente implantado em 2008, no âmbito da licença do Centro Administrativo do governo mineiro.
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